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Os dinossauros, como a maioria dos répteis, eram ovíparos. Os maiores ovos conhecidos teriam pesado cerca de 10 kg, ao passo que os menores, somente 400g. Alguns dinossauros, ais como o Troodon, de 3,6m de comprimento, faziam ninhos em colônias. Uns protegiam seus ovos e outros podem ter alimentado e cuidado de suas crias já crescidas.
Veja mais detalhes em Vida na terra
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O PRANETA TERRA
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O Planeta Terra |
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A Terra é um planeta do sistema solar, sendo o terceiro
em ordem de afastamento do Sol e o quinto em diâmetro. É o
maior dos quatro planetas telúricos. Entre os planetas do
Sistema Solar, a Terra tem condições únicas:
mantém grandes quantidades de água, tem placas tectónicas
e um forte campo magnético. A atmosfera interage com os sistemas
vivos. A ciência moderna coloca a Terra como único
corpo planetário que possui vida da forma a qual conhecemos.
Alguns cientistas como James Lovelock consideram que a Terra é um
sistema vivo chamado Gaia.
O planeta Terra tem aproximadamente uma forma esférica,
mas a sua rotação causa uma deformação
para a forma elipsóidal (achatada aos pólos). A
forma real da Terra é chamada de Geóide, apresenta
forma muito irregular, ondulada, matematicamente complexa.
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| Características Físicas
Estrutura da Terra
O interior da Terra, assim como o interior de outros planetas
telúricos, é dividido por critérios químicos
em uma camada externa (crosta) de silício, um manto altamente
viscoso, e um núcleo que consiste de uma porção
sólida envolvida por uma pequena camada líquida.
Esta camada líquida dá origem a um campo magnético
devido a convecção de seu material, eletricamente
condutor.
O material do interior da Terra encontra frequentemente a possibilidade
de chegar à superfície, através de erupções
vulcânicas e fendas oceânicas. Muito da superfície
terrestre é relativamente novo, tendo menos de 100 milhões
de anos; as partes mais velhas da crosta terrestre têm até 4,4
mil milhões de anos.
Camadas terrestres, a partir da superfície:
- Litosfera (de 0 a 60,2km)
Crosta (de 0 a 30/35 km)
Manto (de 60 a 2900 km)
Astenosfera (de 100 a 700 km)
Núcleo externo (líquido - de 2900 a 5100 km)
Núcleo interno (sólido - além de 5100
km)
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| Características orbitais |
| Raio orbital médio: |
149.597.870,691 km |
| Periélio: |
0,983 UA |
| Afélio: |
1,017 UA |
| Excentricidade: |
0,01671022 |
| Período
orbital: |
365 dias, 6 horas e 9 minutos
9,548 segundos (sideral) |
| Velocidade
orbital média: |
29,7847 km/s |
| Inclinação: |
0,00005° |
| Satélites
naturais: |
1 (a Lua) |
| Características físicas |
| Diâmetro
equatorial: |
12.756,27249 km |
| Área
da superfície: |
5,10072×108 km² |
| Massa: |
5,9742×1024 kg |
| Densidade média: |
5,515 g/cm³ |
| Aceleração
gravítica á superfície: |
9,8062 m/s2 (lat. 45°, alt. 0) |
| Velocidade
de escape: |
11,18 km/s |
| Período
de rotação: |
23h 56m e 4,09966s (sideral) |
| Inclinação
axial: |
23,45° |
| Albedo: |
37-39% |
| Temperatura á superfície: |
| min |
méd |
máx |
| 184 K |
282 K |
333 K |
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| Atmosfera |
| Pressão
atmosférica: |
101,325 kPa |
| Composição: |
78.08% de Nitrogênio
20.95% de Oxigênio
0.93% de Argônio
0.038% de Dióxido
de carbono
Traços de vapor de Água |
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Tomada por inteiro, a Terra possui aproximadamente
seguinte composição em massa:
-
34,6% de Ferro
29,5% de Oxigênio
15,2% de Silício
12,7% de Magnésio
2,4% de Níquel
1,9% de Enxofre
0,05% de Titânio
O interior da Terra atinge temperaturas de 5.270 K. O calor
interno do planeta foi gerado inicialmente durante sua formação,
e calor adicional é constantemente gerado pelo decaimento
de elementos radioativos como urânio, tório, e potássio.
O fluxo de calor do interior para a superfície é pequeno
se comparado à energia recebida pelo Sol (a razão é de
1/20k).
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Núcleo
A massa específica média da Terra é de 5,515
toneladas por metro cúbico, fazendo dela o planeta mais denso
no Sistema Solar. Uma vez que a massa específica do material
superficial da Terra é apenas cerca de 3000 quilogramas por
metro cúbico, deve-se concluir que materiais mais densos
existem nas camadas internas da Terra (devem ter uma densidade de
cerca de 8.000 quilogramas por metro cúbico). Em seus primeiros
momentos de existência, há cerca de 4,5 bilhões
de anos, a Terra era formada por materiais líquidos ou pastosos,
e devido à ação da gravidade os objetos muito
densos foram sendo empurrados para o interior do planeta (o processo é conhecido
como diferenciação planetária), enquanto que
materiais menos densos foram trazidos para a superfície.
Como resultado, o núcleo é composto em grande parte
por ferro (80%), e de alguma quantidade de níquel e silício.
Outros elementos, como o chumbo e o urânio, são muitos
raros para serem considerados, ou tendem a se ligar a elementos
mais leves, permanecendo então na crosta.
O núcleo é dividido em duas partes: o núcleo
sólido, interno e com raio de cerca de 1.250 km, e o núcleo
líquido, que envolve o primeiro. O núcleo sólido é composto,
segundo se acredita, primariamente por ferro e um pouco de níquel.
Alguns argumentam que o núcleo interno pode estar na forma
de um único cristal de ferro. Já o núcleo
líquido deve ser composto de ferro líquido e níquel
líquido (a combinação é chamada NiFe),
com traços de outros elementos. Estima-se que realmente
seja líquido, pois não tem capacidade de transmitir
certas ondas sísmicas. A convecção desse
núcleo líquido, associada a agitação
causada pelo movimento de rotação da Terra, seria
responsável por fazer aparecer o campo magnético
terrestre, através de um processo conhecido como teoria
do dínamo. O núcleo sólido tem temperaturas
muito elevadas para manter um campo magnético (veja temperatura
Curie), mas provavelmente estabiliza o campo magnético
gerado pelo núcleo líquido.
Evidências recentes sugerem que o núcleo interno
da Terra pode girar mais rápido do que o restante do planeta,
a cerca de 2 graus por ano.
Tanto entre a crosta e o manto como entre o manto e o núcleo
existem zonas intermediárias de separação,
as chamadas descontinuidades. Entre a crosta e o manto há a
descontinuidade de Mohorovicic.
Manto
O manto estende-se desde cerca de 30 km e por uma profundidade
de 2900 km. A pressão na parte inferior do mesmo é da
ordem de 1,4 milhões de atmosferas. É composto por
substâncias ricas em ferro e magnésio. Também
apresenta características físicas diferentes da
crosta. O material de que é composto o manto pode apresentar-se
no estado sólido ou como uma pasta viscosa, em virtude
das pressões elevadas. Porém, ao contrário
do que se possa imaginar, a tendência em áreas de
alta pressão é que as rochas mantenham-se sólidas,
pois assim ocupam menos espaço físico do que os
líquidos. Além disso, a constituição
dos materiais de cada camada do manto tem seu papel na determinação
do estado físico local. (O núcleo interno da Terra é sólido
porque, apesar das imensas temperaturas, está sujeito a
pressões tão elevadas que os átomos ficam
compactados; as forças de repulsão entre os átomos
são vencidas pela pressão externa, e a substância
acaba se tornando sólida.)
A viscosidade no manto superior (astenosfera) varia entre 1021
a 1024 pascal segundo, dependendo da profundidade. Portanto, o
manto superior pode deslocar-se vagarosamente. As temperaturas
do manto variam de 100 graus Celsius (na parte que faz interface
com a crosta) até 3500 graus Celsius (na parte que faz
interface com o núcleo).
Crosta
A crosta (que forma a maior parte da litosfera) tem uma extensão
variável de acordo com a posição geográfica.
Em alguns lugares chega a atingir 70 km, mas geralmente estende-se
por aproximadamente 30 km de profundidade. É composta basicamente
por silicatos de alumínio, sendo por isso também
chamada de Sial.
Existem doze tipos de crosta, sendo os dois principais a oceânica
e a continental, sendo bastante diferentes em diversos aspectos.
A crosta oceânica, devido ao processo de expansão
do assoalho oceânico e da subducção de placas, é relativamente
muito nova, sendo a crosta oceânica mais antiga datada de
160 Ma, no oeste do pacífico. É de composição
basáltica e é cobertas por sedimentos pelágicos
e possuem em média 7km de espessura.
A crosta continental é composta de rochas félsicas
a ultramáficas, tendo composição média
granodiorítica e espessura média entre 30 e 40km
nas regiões tectonicamente estáveis (crátons),
e entre 60 a 80km nas cadeias montanhosas como os Himalaias e
os Andes. As rochas mais antigas possuem até 3,96 Ma e
existem rochas novas ainda em formação.
A fronteira entre manto e crosta envolve dois eventos físicos
distintos. O primeiro é a descontinuidade de Mohorovicic
(ou Moho) que ocorre em virtude da diferença de composição
entre camadas rochosas (a superior contendo feldspato triclínico
e a inferior, sem o mesmo). O segundo evento é uma descontinuidade
química que foi observada a partir da obdução
de partes da crosta oceânica.
Formação do planeta Terra
O planeta teria se formado pela agregação de poeira
cósmica em rotação, aquecendo-se depois,
por meio de violentas reações químicas. O
aumento da massa agregada e da gravidade catalisou impactos de
corpos maiores. Essa mesma força gravitacional possibilitou
a retenção de gases constituindo uma atmosfera primitiva.
Os processos de formação do planeta Terra são
a acreção, diferenciação e desintegração
radioactiva.
O envoltório atmosférico primordial atuou como
isolante térmico, criando o ambiente na qual se processou
a fusão dos materiais terrestres. Os elementos mais densos
e pesados, como o ferro e o níquel, migraram para o interior;
os mais leves localizaram-se nas proximidades da superfície.
Dessa forma, constituiu-se a estrutura interna do planeta, com
a distinção entre o núcleo, manto e crosta
(litosfera). O conhecimento dessa estrutura deve-se à propagação
de ondas sísmicas geradas pelos terremotos. Tais ondas,
medidas por sismógrafos, variam de velocidade ao longo
do seu percurso até a superfície, o que prova que
o planeta possui estrutura interna heterogênea, ou seja,
as camadas internas possuem densidade e temperatura distintas.
A partir do resfriamento superficial do magma, consolidaram-se
as primeiras rochas, chamadas magmáticas ou ígneas,
dando origem a estrutura geológica denominado escudos cristalinos
ou maciços antigos. Formou-se, assim, a litosfera ou crosta
terrestre. A liberação de gases decorrente da volatização
da matéria sólida devido a altas temperaturas e
também, posteriormente, devido ao resfriamento, originou
a atmosfera, responsável pela ocorrência das primeiras
chuvas e pela formação de lagos e mares nas áreas
rebaixadas. Assim, iniciou-se o processo de intemperismo (decomposição
das rochas) responsável pela formação dos
solos e conseqüente início da erosão e da sedimentação.
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Órbita da Terra (animação). Note
que a excentricidade da órbita, que é quase circular,
está muito exagerada, por razões de ordem estética
e para frisar essa mesma excentricidade. |
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As partículas minerais que
compõem os solos, transportados pela água, dirigiram-se,
ao longo do tempo, para as depressões que foram preenchidas
com esses sedimentos, constituindo as primeiras bacias sedimentares
(bacias sedimentares são depressões da crosta, de
origem diversa, preenchidas, ou em fase de preenchimento, por
material de natureza sedimentar), e, com a sedimentação
(compactação), as rochas sedimentares. No decorrer
desse processo, as elevações primitivas (pré-cambrianas)
sofreram enorme desgaste pela ação dos agentes externos,
sendo gradativamente rebaixadas. Hoje, apresentam altitudes modestas
e formas arredondadas pela intensa erosão, constituindo
as serras conhecidas no Brasil como serras do Mar, da Mantiqueira,
do Espinhaço, de Parima, Pacaraíma, Tumucumaque,
etc, e, em outros países, os Montes Apalaches (EUA), os
Alpes Escandinavos (Suécia e Noruega), os Montes Urais
(Rússia), etc. Os escudos cristalinos ou maciços
antigos apresentam disponibilidade de minerais metálicos
(ferro, manganês, cobre), sendo por isso, bastante explorados
economicamente.
Nos dobramentos terciários podem haver
qualquer tipo de minério. O carvão mineral e o petróleo
são comumente encontrados nas bacias sedimentares. Já os
dobramentos modernos são os grandes alinhamentos montanhosos
que se formaram no contato entre as placas tectônicas em
virtude do seu deslocamento a partir do período Terciário
da era Cenozóica, como os Alpes (sistema de cordilheiras
na Europa que ocupa parte da Áustria, Eslovênia,
Itália, Suíça, Liechtenstein, Alemanha e
França), os Andes (a oeste da América do Sul), o
Himalaia (norte do subcontinente indiano), e as Rochosas. |
Biosfera
A Terra é o único local onde se sabe existir vida.
O conjunto de sistemas vivos (compostos pelos seres e pelo ambiente)
do planeta é por vezes chamado de biosfera. A biosfera
provavelmente apareceu há 3,5 bilhões de anos. Divide-se
em biomas, habitados por fauna e flora peculiares. Nas áreas
continentais os biomas são separados primariamente pela
latitude (e indiretamente, pelo clima). Os biomas localizados
nas áreas do pólo norte e do pólo sul são
pobres em plantas e animais, enquanto que na linha do Equador
encontram-se os biomas mais ricos. O estado da biosfera é fundamentalmente
o estudo do seres vivos e sua distribuição pela
superfície terrestre. A biosfera contém inúmeros
ecossistemas (conjunto formado pelos animais e vegetais em harmonia
com os outros elementos naturais).
Atmosfera
A Terra tem uma atmosfera relativamente fina,
composta por 78% de nitrogênio, 21% de oxigênio e
1% de argônio, mais traços de outros gases incluindo
dióxido de carbono e água. A atmosfera age como
uma zona intermediária entre o espaço e a Terra.
Suas camadas, troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera
e exosfera, têm dimensões variáveis ao redor
do planeta e de acordo com a estação do ano.
Geografia
A área total da Terra é de aproximadamente 510
milhões de km², dos quais 149 milhões são
de terras firmes e 361 milhões são de água.
As linhas costeiras (litorais) da Terra somam cerca de 356 milhões
de km.
Hidrosfera
A Terra é o único planeta do Sistema
Solar que contém uma superfície com água.
A água cobre 71% da Terra (sendo que disso 97% é água
do mar e 3% é água doce mas grande parte destes
3% encontram-se nos calotes polares e nos lençóis
freáticos). A água proporciona, através de
5 oceanos, a divisão dos 7 continentes. Fatores que combinaram-se
para fazer da Terra um planeta líquido são: órbita
solar, vulcanismo, gravidade, efeito estufa, campo magnético
e a presença de uma atmosfera rica em oxigênio.
A Terra no Sistema Solar
Movimento de rotação da TerraO movimento de rotação
da Terra em torno de seu eixo dura 23 horas, 56 minutos e 4,09
segundos, o que equivale a um dia sideral. Nesse período
a Terra completa uma volta em torno de um eixo que une o Pólo
Sul ao Pólo Norte. Já o movimento de translação
da Terra, efetuado ao redor do Sol, leva 365 dias e 6 horas solares
médios - o que equivale a um ano sideral. A Terra tem um
satélite natural, a Lua, que completa uma volta em torno
do planeta a cada 27,3 dias.
O plano de órbita da Terra e seu plano axial não
são necessariamente alinhados: o eixo do planeta é inclinado
por cerca de 23 graus e 30 minutos em relação ao
um plano perpendicular à linha Terra-Sol. Essa inclinação é responsável
pelas estações do ano. Já o plano Terra-Lua é inclinado
por cerca de 5 graus em relação ao plano Terra-Sol
- se não fosse, haveria um eclipse a cada mês.
A esfera de influência gravitational (esfera da Hill) da
Terra tem raio de aproximadamente 1,5 Gm, dentro do qual a Lua
orbita confortavelmente.
Note que, como uma rotação da Terra em torno de
seu eixo dura menos que um dia médio solar (23h 56m 4,09
s= 0,99727*24h), o movimento de translação da Terra,
efetuado ao redor do Sol, corresponde a 366,2564 rotações
(365,2564/0,99727). Ou seja, embora um ano tenha aproximadamente
365 dias, a Terra efectua 366 rotações num ano,
por causa dos graus extra que tem que fazer cada dia, entre dois «meio-dia
solares».
Como a Terra está em movimento em volta do Sol, não
basta uma rotação completa para o Sol voltar a ficar
no zénite. Como a Terra mudou de posição
e «avançou» uns 2500 milhares de quilómetros
o planeta ainda tem que rodar alguns graus extra para que o Sol
apareça de novo na mesma posição.
Como a velocidade da Terra é maior quando ela está mais
próxima do Sol (periélio) e menor quando ela está mais
distante (afélio), o número de graus extra necessários é maior
no Inverno (Hemisfério Norte) do que no Verão (Hemisfério
Norte). Ou seja, os dias solares são mais compridos no
Inverno (do Hemisfério Norte, Verão, no Hemisfério
Sul). No Inverno, o dia solar é superior a 24 horas (o
dia médio solar) e, no verão, inferior a 24 horas.
As datas em que ocorrem o periélio e o afélio mudam
de ano para ano, e uma tabela com as datas deste evento entre
2000 e 2010 pode ser conferida aqui
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| http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra |
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