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Os dinossauros, como a maioria dos répteis, eram ovíparos. Os maiores ovos conhecidos teriam pesado cerca de 10 kg, ao passo que os menores, somente 400g. Alguns dinossauros, ais como o Troodon, de 3,6m de comprimento, faziam ninhos em colônias. Uns protegiam seus ovos e outros podem ter alimentado e cuidado de suas crias já crescidas.
Veja mais detalhes em Vida na terra
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SISTEMA SOLAR
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Sistema Solar |
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| O Sistema Solar é constituído pelo Sol e pelo conjunto
dos corpos celestes que se encontram no seu campo gravítico,
e que compreende os planetas, e uma miríade de outros objectos
de menor dimensão entre os quais se contam os planetas anões
e os corpos menores do Sistema Solar (asteróides, transneptunianos
e cometas)
Ainda não se sabe, ao certo, como o sistema solar foi
formado. Com o conhecimento de vários outros sistemas planetários
em volta de outras estrelas que desafiam a noção
clássica da formação de sistemas planetários,
a formação destes é hoje tema de debate.
O Sol começou a brilhar quando o núcleo atingiu
10 milhões de graus Celsius, temperatura suficiente para
iniciar reações de fusão nuclear. A radiação
acabou por gerar um vento solar muito forte, conhecido como "onda
de choque", que espalhou o gás e poeira restantes
das redondezas da estrela recém-nascida para os planetas
que se acabaram de formar a partir de enormes colisões
entre os protoplanetas.
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| Os principais elementos celestes que orbitam
em torno do Sol são
os oito planetas principais conhecidos atualmente cujas dimensões
vão do gigante de gás Júpiter até ao
pequeno e rochoso Mercúrio, que possui menos da metade
do tamanho da Terra.
Até Agosto de 2006, quando a União Astronômica
Internacional alterou a definição oficial do termo
planeta, Plutão era considerado o nono planeta do Sistema
Solar. Hoje é considerado um planeta anão, ou um
planetóide, por ser muito pequeno.
Próximos do Sol encontram-se os quatro planetas telúricos,
que são compostos de rochas e silicatos, são eles
Mercúrio, Vénus, Terra e Marte. Depois da órbita
de Marte encontram-se quatro planetas gasosos (Júpiter,
Saturno, Urano e Neptuno), que são uma espécie de
planetas colossais que se podem dividir em dois subgrupos: Júpiter-Saturno
e Urano-Neptuno.
Mercúrio é o mais próximo do Sol, a uma
distância de apenas 57,9 milhões de quilômetros,
enquanto Neptuno está a cerca de 4500 milhões de
quilômetros.
Os planetas do sistema solar são os oito astros que tradicionalmente
são conhecidos como tal: Mercúrio (?), Vénus
(?), Terra (?), Marte (?), Júpiter (?), Saturno (?), Urano
(?) e Neptuno (?). Todos os planetas receberam nomes de deuses
e deusas da mitologia greco-romana.
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Os 8 planetas do Sistema Solar |
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A dimensão astronômica das distâncias no espaço
Para uma noção da dimensão astronômica
das distâncias no espaço deve-se fazer cálculos
e usar um modelo que permita uma percepção mais clara
do que está em jogo. Por exemplo, um modelo reduzido em que
o Sol estaria representado por uma bola de futebol (de 22 cm de
diâmetro). A essa escala, a Terra ficaria a 23,6 metros de
distância e seria uma esfera com apenas 2 mm de diâmetro
(a Lua ficaria a uns 5 cm da Terra, e teria um diâmetro de
uns 0,5 mm). Júpiter e Saturno seriam berlindes com cerca
de 2 cm de diâmetro, respectivamente a 123 e a 226 metros
do Sol. Plutão ficaria a 931 metros do Sol, com cerca de
0.36 mm de diâmetro. Quanto à estrela mais próxima,
a Proxima Centauri, essa estaria a 6332 km do Sol! E a estrela Sírio
a 13150 km.
Se demorasse 1 hora e um quarto a ir da Terra à Lua (a
uns 257000 km/hora), demoraria umas 3 semanas (terrestres) a ir
da Terra ao Sol, uns 3 meses a ir a Júpiter, 7 meses a
Saturno e uns 2 anos e meio a chegar a Plutão e deixar
o nosso sistema solar. A partir daí, a essa velocidade,
teríamos de esperar uns 17600 anos até chegar à estrela
mais próxima! E 35 000 anos até chegarmos a Sírio!
Os planetas anões
Planeta anão é um corpo celeste muito semelhante
a um planeta, dado que orbita em volta do Sol e possui gravidade
suficiente para assumir uma forma com equilíbrio hidrostático
(aproximadamente esférica), porém não possui
uma órbita desempedida, orbitando com milhares de outros
pequenos corpos celestes.
Ceres, que até meados do século XIX era considerado
um planeta principal, orbita numa região do sistema solar
conhecida como cinturão de asteróides. Por fim,
nos confins do sistema solar, para além da órbita
de Netuno, numa imensa região de corpos celestes gelados
encontram-se Plutão e o recentemente descoberto Éris.
Até 2006, considerava-se, também, Plutão
como um dos planetas principais. Hoje, Plutão, Ceres e Éris
são considerados como "Planetas Anões".
As luas e os anéis
luas e os anéisSatélites naturais ou luas são objetos de dimensões
consideráveis que orbitam os planetas. Compreendem pequenos
astros capturados da cintura de asteróides, como as luas
de Marte e dos planetas gasosos, até astros capturados
da cintura de Kuiper como o caso de Tritão no caso de Neptuno
ou até mesmo astros formados a partir do próprio
planeta através do impacto de um protoplaneta, como o caso
da Lua da Terra.
Os planetas gasosos têm pequenas partículas de pó e
gelo que os orbitam em enormes quantidades, são os chamados
anéis planetários, os mais famosos são os
anéis de Saturno.
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Corpos menores
A classe de astros chamados "corpos menores do sistema solar" inclui
vários objetos diferenciados como são os asteróides,
os transneptunianos, os cometas e outros pequenos corpos.
Asteróides
Os asteróides são astros menores do que os planetas,
normalmente em forma de batata, encontrando-se na maioria na órbita
entre Marte e Júpiter e são compostos por partes
significativas de minerais não-voláteis. Estes são
subdivididos em grupos e famílias de asteróides
baseados em características orbitais específicas.
Nota-se que existem luas de asteróides, que são
asteróides que orbitam asteróides maiores, que,
por vezes, são quase do mesmo tamanho do asteróide
que orbitam.
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Representação do sistema solar. |
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Os asteróides troianos estão localizados
nos pontos de Lagrange dos planetas, e orbitam o Sol na mesma órbita
que um planeta, à frente e atrás deste.
As sementes das quais os planetas se originaram são chamadas
de planetésimos: são corpos subplanetários
que existiram durante os primeiros anos do sistema solar e que
não existem no sistema solar recente. O nome é também
usado por vezes para referir os asteróides e os cometas
em geral ou para asteróides com menos de 10 km de diâmetro.
Centauros
Os centauros são astros gelados semelhantes a cometas que
têm órbitas menos excêntricas e que permanecem
na região entre Júpiter e Netuno, mas são
muito maiores que os cometas. O primeiro a ser descoberto foi
Quíron, que tem propriedades parecidas com as de um cometa
e de um asteróide.
Transneptunianos
Os transneptunianos são corpos celestes gelados cuja distância
média ao Sol encontra-se para além da órbita
de Netuno, com órbitas superiores a 200 anos e são
semelhantes ao centauros.
Pensa-se que os cometas de curto período sejam originários
desta região. Os planetas anões Plutão e Éris
encontram-se, também, nesta região.
O primeiro transnetuniano foi descoberto em 1992. No entanto,
Plutão, que já era conhecido há quase um
século, orbita nesta região do sistema solar.
Cometas
A maioria dos cometas tem três partes: 1. um núcleo
sólido ou centro; 2. uma cabeleira, ou cabeça redonda
que envolve o núcleo e consiste em partículas de
poeira misturadas com água, metano e amoníaco congelados;
e 3. uma longa cauda de poeira e gases que escapam da cabeleira.
Os cometas são compostos largamente por gelos voláteis
e com órbitas bastante excêntricas, geralmente com
um periélio dentro das órbitas dos planetas interior
e com afélio para além de Plutão. Cometas
com pequenos períodos também existem; contudo, os
cometas mais velhos que perderam todo o seu material volátil
são categorizados como asteróides. Alguns cometas
com órbitas hiperbólicas podem ter sido originados
de fora do sistema solar.
De momento, os astros da nuvem de Oort são hipotéticos
e encontram-se em órbitas entre os 50 000 e os 100 000
UA, e pensa-se que esta região é a origem dos cometas
de longo período.
O novo planetóide Sedna com uma órbita bastante
elíptica que se estende por cerca de 76 a 928 UA, não
entra como é óbvio nesta categoria, mas os seus
descobridores argumentam que deveria ser considerado parte da
nuvem de Oort.
Meteoróides
Os meteoróides são astros com dimensão entre
50 metros até partículas tão pequenas como
pó. Astros maiores que 50 metros são conhecidos
como asteróides. Controversa continua a dimensão
máxima de um asteróide e mínima de um planeta.
Um meteoróide que atravesse a atmosfera da Terra passa
a se denominar meteoro; caso chegue ao solo, chama-se meteorito.
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Principais corpos do Sistema Solar
Pos.  |
Corpo celeste  |
Imagem  |
Diâmetro (km)  |
Diâmetro (vs. Terra)  |
Volume ( mil milhões km3)  |
Tipo  |
| 1 |
Sol |
|
1 392 000,0 |
109,25 |
1412 milhões |
estrela |
| 2 |
Júpiter |
|
139 822,0 |
10,97 |
1 431 280 |
planeta |
| 3 |
Saturno |
|
116 464,0 |
9,14 |
827 130 |
planeta |
| 4 |
Urano |
|
50 724,0 |
3,98 |
68 340 |
planeta |
| 5 |
Neptuno |
|
49 244,0 |
3,87 |
62 540 |
planeta |
| 6 |
Terra |
|
12 742,0 |
1 |
1083,21 |
planeta |
| 7 |
Vénus |
|
12 103,6 |
95,0% |
928,43 |
planeta |
| 8 |
Marte |
|
6780,0 |
53,2% |
163,18 |
planeta |
| 9 |
Ganímedes* |
|
5 262,4 |
41,3% |
76,30 |
satélite
natural |
| 10 |
Titã* |
|
5150,0 |
40,4% |
71,52 |
satélite
natural |
| 11 |
Mercúrio |
|
4 879,4 |
38,3% |
60,83 |
planeta |
| 12 |
Calisto* |
|
4 820,6 |
37,8% |
58,65 |
satélite
natural |
| 13 |
Io* |
|
3 643,0 |
28,6% |
25,32 |
satélite
natural |
| 14 |
Lua |
|
3 474,2 |
27,3% |
21,958 |
satélite
natural |
| 15 |
Europa* |
|
3122,0 |
24,5% |
15,93 |
satélite
natural |
| 16 |
Éris*** |
|
3000 ± 400 |
|
|
Planeta
anão |
| 17 |
Tritão* |
|
2 706,8 |
21,2% |
10,38 |
satélite
natural |
| 18 |
Plutão**** |
|
2 306 |
18,1% |
6,39 |
Planeta
anão |
| 19 |
2005 FY9*** |
|
1600-2000 |
|
|
Transneptuniano |
| 20 |
Titânia** |
|
1 577,8 |
12,4% |
2,06 |
satélite
natural |
| 21 |
Reia** |
|
1528,0 |
12,0% |
1,87 |
Satélite
natural |
| 22 |
Oberon* |
|
1 522,8 |
12,0% |
1,85 |
satélite
natural |
| 23 |
2003 EL61*** |
|
~1490 (1960 x 1518 x 996) |
|
|
Transneptuniano |
| 24 |
Sedna*** |
|
1180-1800 |
|
|
Transneptuniano |
| 25 |
Jápeto* |
|
1 436,0 |
11,3% |
1,55 |
satélite
natural |
| 26 |
Orco*** |
|
840-1880 |
|
|
Transneptuniano |
| 27 |
Caronte* |
|
1 186 |
9,3% |
0,87 |
satélite
natural |
| 28 |
Umbriel* |
|
1169,4 |
9,2% |
0,84 |
satélite
natural |
| 29 |
Quaoar* |
|
990-1346 |
|
|
Transneptuniano |
| 30 |
Ariel** |
|
1 157,8 |
9,1% |
0,81 |
satélite
natural |
| 31 |
Dione* |
|
1 120,0 |
8,8% |
0,73 |
satélite
natural |
| 32 |
Tétis** |
|
1 060 |
8,3% |
0,624 |
satélite
natural |
| 33 |
Ceres** |
|
950 |
7,6% |
0,437 |
Planeta
anão |
| 34 |
Ixion* |
|
930 |
7,3% |
0,421 |
Transneptuniano |
| 35 |
2002 UX25*** |
|
~900 |
|
|
Transneptuniano |
| 36 |
Varuna* |
|
760-1020 |
8,3% |
0,624 |
Transneptuniano |
| 37 |
2002 AW197*** |
|
700±50 |
|
|
Transneptuniano |
| 38 |
2004
XR190*** |
|
500-1000 |
|
|
Transneptuniano |
| 39 |
1996
TL66*** |
|
~632 |
|
|
Transneptuniano |
| 40 |
Caos*** |
|
~560 |
|
|
Transneptuniano |
| 41 |
Vesta** |
|
530 |
4,2% |
0,078 |
asteróide |
| 42 |
Palas** |
|
530 |
4,2% |
0,078 |
asteróide |
| 43 |
Encélado** |
|
504.2 |
3,9% |
0,067 |
satélite
natural |
| 44 |
Huya*** |
|
300-700 |
|
|
Transneptuniano |
| 45 |
Miranda** |
|
471.6 |
3,7% |
0,055 |
satélite
natural |
| 46 |
Proteu** |
|
418 |
3,3% |
0,038 |
satélite
natural |
| 47 |
Hígia** |
|
410 |
3,2% |
0,036 |
asteróide |
| 48 |
Mimas** |
|
397,2 |
3,1% |
0,033 |
satélite
natural |
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* Usando diâmetro equatorial e assumindo que
o corpo é esférico
** Assumindo que o corpo é esferóide
*** Diâmetro é conhecido de forma apenas muito aproximada
**** Não é considerado um planeta clássico |
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| http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_Solar |
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