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Os dinossauros, como a maioria dos répteis, eram ovíparos. Os maiores ovos conhecidos teriam pesado cerca de 10 kg, ao passo que os menores, somente 400g. Alguns dinossauros, ais como o Troodon, de 3,6m de comprimento, faziam ninhos em colônias. Uns protegiam seus ovos e outros podem ter alimentado e cuidado de suas crias já crescidas.
Veja mais detalhes em Vida na terra
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VIDA FORA DA TERRA
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Vida em Marte |
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Cientistas há muito especulam sobre a possibilidade de
vida em Marte, devido à proximidade e algumas similaridades
do planeta, com a Terra. A questão remanesce em aberto:
se existe vida em Marte atualmente, ou se existiu no passado.
Nas pesquisas feitas pelas sondas enviadas à Marte após
o ano 2000, parece dar tênue luz à objeção,
já que não foi encontrado vestígios de vida
atual no planeta. Entretanto, a possibilidade de terem existido
condições para a vida se torna mais aceitável,
pois há evidências da presença de água
na sua superfície num passado longínquo de dois
bilhões de anos, e de existência atual de água
nos seus pólos; além dee suspeitas de que exista
também água sob a superfície do planeta.
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Imagens microscópicas revelaram estruturas semelhantes
a bactérias no meteorito ALH84001. |
Especulações
iniciais
As calotas polares de Marte foram observadas ainda na metade
do século 17. Pelas observações de William Herschel
ao final do século 18, ficou provado que creciam e encolhiam
alternadamente, no verão e inverno de cada hemisfério.
Na metade do século 19, os astrônomos já concebiam
algumas similaridades de Marte com a Terra, por exemplo, a duração
do dia era bem próxima à da Terra. Também
já tinham consciência de que a inclinação
axial também era similar à da Terra; o que significava
que Marte tinha estações da mesma forma que a Terra
- entretanto com quase o dobro de duração, devido
ao seu ano bem mais extenso. Tais observações levaram
ao aumento de especulações de que as discrepâncias
de albedo poderiam indicar que onde o albedo era mais escuro,
seria a área de existência de água, nos mais
claros terra. Portanto era natural supor que Marte teria condições
de abrigar alguma forma de vida.
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Em 1854, William Whewell, um membro da universidade
de Trinity College, Cambridge, quem popularizou a palavra cientista,[2]
teorizou que Marte tinha mares, terras e possíveis formas
de vida. Especulações sobre vida em Marte eclodiram
ao final do século 19, devido às observações
telescópicas feitas por alguns observadores que aparentemente
notavam a existência de canais — que logo descobriu-se
tratar de ilusões de óptica. Apesar disso, em 1895
o astrônomo australiano Percival Lowell publicou seu livro "Marte",
seguido por "Marte e seus canais" em 1906,[3] propondo
que os canais eram obra de alguma civilização avançada
extinta a muito tempo. Essa idéia levou o escritor Britânico
H. G. Wells a escrever "A guerra dos mundos" em 1897,
narrando uma invasão de aliens de Marte à Inglaterra. |
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Análises espectroscópicas da atmosfera
de Marte iniciaram-se em meados de 1894, quando o astrônomo
estadunidense William Wallace Campbell demonstrou que não
havia presença nem de água, nem de oxigênio
na atmosfera marciana.[4] Já em 1909 telescópios mais
avançados e a melhor oposição periélica
de Marte desde 1877 conclusivamente colocaram fim à teoria
do canal.
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Mariner 4
Foto de Marte pela Mariner 4As fotografias de Marte tiradas
pela sonda Mariner 4 em 1965, mostraram um planeta árido, sem
rios ou oceanos ou qualquer sinal de vida. Mais tarde revelou também
que a superfície (ao menos as partes fotografadas) era coberta
por crateras, indicando a inexistência de placas tectônicas
ou de qualquer forma de ciclos climáticos nos últimos
4 bilhões de anos. A espaçonave também descobriu
que Marte não possui campo magnético que protegeria
o planeta de potenciais raios cósmicos que podem ameaçar
a existência de vida. A Mariner também foi capaz de
calcular que a pressão atmosférica do planeta era
entre 4 e 7 milibars, o que significa que água líquida
não poderia existir na superfície do planeta,[4] quando
levado em conta as temperaturas vigentes no astro vermelho. Após
a Mariner 4, a procura por vida em Marte mudou para uma busca por
formas de vida microscópicas ao invés de organismos
multicelulares, como o ambiente é muito hostil para estes.
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Foto de Marte pela Mariner 4 |
Experimentos da Viking
Imagem de Marte pela Viking 2A missão inicial das sondas
Viking da década de 70 era levar experimentos feitos para
detectar microorganismos em solo marciano. A grande dificuldade
dessas missões era que o conhecimento da NASA sobre as condições
da superfície de Marte era limitado somente ao acervo fornecido
pela Mariner 4, portanto os testes das Viking's eram formulados
para busca de vida similares às encontradas na Terra. Todavia,
dos quatro experimentos levados à cabo, os experimentos classificados
trouxeram resultados enigmáticos mostrando aumento da produção
de CO2 na primeira exposição à água
e nutrientes. Contudo esse sinal de vida foi contestado por muitos
cientistas, que afirmaram que elementos químicos superoxidantes
no solo teriam produzido esse efeito sem presença de vida.
Em oposição, também foi afirmado que as experiências
averiguadas detectaram que eram tão poucos organismos metabolizantes
no solo marciano que seria impossível que o gás detectá-los.
Esta visão é proposta por um dos criadores dos experimentos,
Gilbert Levin, que acredita que os resultados das sondas Vikinkgs
são diagnósticos que provam a existência
de vida em Marte.
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Uma reanálise dos dados das missões
Viking feita 30 anos após o Programa foram feitas à luz
do conhecimento de extremófilos, seres adaptados à situações
extremas de vida, sugerem que os testes da Viking não eram
sofisticados o suficiente para detectar tais formas de vida, e
talvez até as tenha matado durante o procedimento.
A idéia
central é que ao contrário de ser destruído
pelos altos níveis de Peróxido de hidrogênio
e outros oxidantes, as formas de vida em Marte poderiam usar esses
elementos químicos para ajudá-los a sobreviver.
Por exemplo, o peróxido de hidrogênio impediria a água
dentro de uma célula de congelar a -50 °C e é higroscópica
(capaz de absorver água), um artifício útil
num planeta árido. Os pesquisadores citam o Acetobacter
peroxidans como um exemplo conhecido de micróbio que usa
peróxido
de hidrogênio em seu metabolismo.
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Imagem de Marte pela Viking 2 |
Há ainda, alguns cientistas que afirmam que:
se havia vida nos locais de pouso da Viking, talvez tenham sido
mortos durante a exaustão dos foguetes durante o pouso.
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Pesquisas recentes
Uma série de concepções artísticas sobre
o passado hipotético de água cobrindo MarteObservações
feitas no final dos anos 90 pela Mars Global Surveyor confirmaram
a suspeita de que Marte, ao contrário da Terra, não
mais possui um campo magnético substancial, aumentanto potencialmente
ameaça à vida pela radiação cósmica
que pode alcançar a superfície do planeta. Cientistas
também especulam a possibilidade de que a falta de proteção
devido ao diminuto campo magnético ajudou o vento solar dissipar
grande parte da Atmosfera de Marte no curso de bilhões
de anos.
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Uma série de concepções artísticas
sobre o passado hipotético de água cobrindo Marte |
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| http://pt.wikipedia.org/wiki/Vida_em_Marte |
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